O povo brasileiro, carente de boas novas, está acreditando firmemente no sucesso da produção e da exportação do etanol. Vêem somente as possibilidades positivas e não estão analisando os riscos e nem sequer os exemplos de comportamento, em passado recente, de determinadas áreas da economia nacional, especialmente alguns setores da produção rural.
O álcool anidro e o álcool hidratado, adotados como combustíveis, há mais de vinte e cinco anos, já nos mostraram como se comporta o produtor, essencialmente em função de seu interesse próprio e das pressões que possa exercer para a obtenção das benesses que espera do estado.
Recentemente pudemos ver as pressões e os protestos de exportadores brasileiros, inconformados com a ausência (teórica) de inflação e a conseqüente queda do dólar, que provocam a redução dos lucros sobre produtos exportados.
É uma reação natural e humana, mas que demonstra como se comporta e como pode agir o ser humano em função de seus interesses mais imediatos.
Feito este prólogo, gostaríamos de levar para a análise do leitor a possibilidade lógica da redução das áreas de plantio de alimentos e a inequívoca conseqüência, que será o aumento do preço desses produtos. Diz a teoria mais simplista, que a redução da oferta ou o aumento da procura levam à elevação natural dos preços. Aumento de custo de vida gera inflação e esta provoca o aumento do valor das moedas usadas no intercâmbio comercial (dólar, euro, etc). Um círculo que, ao se fechar, pode nos mostrar em futuro muito próximo por que trilhas sinuosas andamos neste momento.
O álcool anidro e o álcool hidratado, adotados como combustíveis, há mais de vinte e cinco anos, já nos mostraram como se comporta o produtor, essencialmente em função de seu interesse próprio e das pressões que possa exercer para a obtenção das benesses que espera do estado.
Recentemente pudemos ver as pressões e os protestos de exportadores brasileiros, inconformados com a ausência (teórica) de inflação e a conseqüente queda do dólar, que provocam a redução dos lucros sobre produtos exportados.
É uma reação natural e humana, mas que demonstra como se comporta e como pode agir o ser humano em função de seus interesses mais imediatos.
Feito este prólogo, gostaríamos de levar para a análise do leitor a possibilidade lógica da redução das áreas de plantio de alimentos e a inequívoca conseqüência, que será o aumento do preço desses produtos. Diz a teoria mais simplista, que a redução da oferta ou o aumento da procura levam à elevação natural dos preços. Aumento de custo de vida gera inflação e esta provoca o aumento do valor das moedas usadas no intercâmbio comercial (dólar, euro, etc). Um círculo que, ao se fechar, pode nos mostrar em futuro muito próximo por que trilhas sinuosas andamos neste momento.
Um comentário:
Lembram-se do Gurgel, que tinha uma "fábrica" de veículos em Rio Claro, supostamente nacionais?
Ele também era frontalmente contra a produção de carros movidos a álcool, por entender que o crescimento do plantio de cana prejudicava a agricultura de alimentos. Seu grande sonho foi um veículo movido totalmente a energia elétrica, com autonomia suficiente para rodar sem sucessivos "reabastecimentos", sonho esse que ficou num protótipo, do qual nunca mais se ouviu falar.
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